sexta-feira, 15 de abril de 2011

O MAGO PARETO

O MAGO PARETO

O Mago Pareto era um trabalhador incansável. Fazia mágicas de sol a sol, ou melhor de show a show. Apresentava-se em teatros, clubes, escolas, empresas e até na televisão. E por mais que colocasse esforços no seu trabalho, nunca estava satisfeito com o resultado prático das suas mágicas.

- Existem alguns troques que realizo, com os quais o público nem se espanta ou se emociona. Agora, têm outros, que eu mal começo e o pessoal já está morrendo de vontade de ver o resultado final. Esses sim fazem enorme sucesso. O que será que eu preciso fazer para tirar melhor proveito do meu trabalho?

Pareto, como todo bom mágico, era homem compenetrado, gostava de ficar num canto refletindo sobre a vida, sua carreira e seu trabalho. Depois dos shows, em vez de ir aos restaurantes da moda, ou ficar horas e horas vendo televisão, ele gostava mesmo era de ficar no seu canto pensando, só pensando.

- Sei que estou fazendo direito as minhas mágicas. Cuido bem da maneira de realizá-las. Faço todos os controles possíveis, até já modernizei meus procedimentos administrativos e de logística. Segui as orientações de uma cunsultoria, implantei um programa de controle de custos e de qualidade total. Informatizei todos os meus Sistemas, o equipamento de magia que uso é de última geração. Instalei uni caríssimo software de gestão empresarial SAP. Tenho assistentes treinadas, com cursos de Pós-Graduação na FGV no COPPEAD e na FSPM. Faço todos os controles e sou o único mágico com Certificado ISO 9000 do país. Vou a todos os Encontros e Feiras de Magos,

Mágicos e Bruxos para me manter atualizado. Já fiz "bench-marking" com o David Copperfield e tenho o meu site na Internet, mas alguma coisa me faz perder tempo e, em conseqüência, mercado. Não estou ganhando o que deveria ganhar pelo grande esforço que realizo - perguntava a si mesmo, o nosso bom amigo Mago Pareto, tirando um coelho da cartola e enxugando gotas de suor da testa com o seu lenço mágico.

Foi de tanto pensar que um dia deu o estalo.

- Heureca! Ou melhor; Hocus Pocus! Acho que já seio que está acontecendo no meu trabalho - disse Pareto. Acabo de ter um "insight" sobre os resultados dos meus negócios, preciso conferir.

E como ele não era homem de sair falando à toa, foi verificar o seu raciocínio na prática.

Pediu a uma das suas assistentes para ajuda-lo. Ela deveria ficar observando quais as mágicas que agradavam mais e as que agradavam menos ao público e ir anotando tudo na planilha Excel do seu notebook. Pareto foi fazendo os shows e a moça anotando. Após ter um bom número de anotações, tiradas de várias apresentações e em vários lugares, ela fez um gráfico e entregou-o a Pareto que observou espantado:

- Caramba! Veja só, disse ele para a assistente: 20% da minha varinha de condão respondem por 80% das mágicas que mais agradam ao público.

Como eu já disse, Pareto era um mágico que se preocupava com detalhes e não gostava de sair por aí dizendo coisas sem ter certeza. Foi conversar com outros profissionais para conferir se o resultado da sua descoberta também funcionava em outras atividades. Procurou seu amigo açougueiro e perguntou-lhe como eram as suas vendas. O açougueiro disse:
 Bem, não posso ter um açougue que só vende filé mignon ou alcatra, tenho que oferecer outros produtos, como fígados, lingüiças, frangos, coelhos, músculos, costeletas de porcos, etc.
 E como são as vendas, em números? perguntou Pareto.

O açougueiro coçou a cabeça, pegou as suas anotações e disse:
Eu acho que 20% de alguns tipos de carne representam 80% das minhas vendas, isto é, se formos fazer o cálculo em dinheiro, mas acredito também que em volume dê o mesmo resultado. 20% de alguns tipos de carne representam, em peso, 80% do que vendo.
* Ei! Veja aqui nas minhas anotações: 20% dos dias em que mantenho o açougue aberto durante o mês, representam também 80% das minhas vendas. É claro, vendo muito mais nos finais de semana e vésperas de feriados fazem a diferença.
* E tem mais, 20% da minha clientela realizam 80% do meu movimento.

Os dois ficaram boquiabertos com a descoberta e foram correndo perguntar ao padeiro, que fez o mesmo cálculo para pãezinhos, bolachas e brioches.

Os três entusiasmados foram à loja do seu Saliba, que também ficou encantado com os cálculos. Logo ele, que, sendo um bom comerciante, nunca tinha pensado nisto.

Pareto pensou de novo e falou aos seus amigos:

Se 20% das minhas mágicas agradam a 80% do meu público, vou me concentrar nestes 20%. Para ter sucesso, preciso me concentrar nas mágicas que agradam mais.

O açougueiro, passando a mão no seu avental sujo, contentou:
* Também penso assim. Mas, veja, um açougue não pode ter só filé mignon, tenho que oferecer outros produtos. Assim como uma padaria não pode ter só pãezinhos - completou olhando para o padeiro.

O velho e sábio comerciante Saliba arriscou um palpite:

-*É, temos que nos concentrar nos 20% das mercadorias que nos dão maior resultado, mas também devemos ficar de olho nos outros 80%. São os 20% que puxam as vendas e que pagam as minhas contas no final do mês e fazem o meu comércio crescer. Tenho que concentrar meus esforços nestas mercadorias. O resto eu tenho para complementar a loja, e não deixá-la muito vazia.
* Às vezes, eu me entusiasmo com mágicas que o público nem quer ver, completou Pareto. Fico perdendo tempo enquanto eu deveria é estar me concentrando nas que fazem sucesso.

Pareto foi fazer pesquisas em outros lugares e descobriu também que 20% do nosso tempo representa 80% da nossa produtividade. Que 80% do dinheiro depositado nos bancos está em nome de 20% dos depositantes.

A partir deste dia, Pareto que era homem de boa vontade, sempre que encontra com seus amigos comerciantes, vendedores e diretores de marketing vai dizendo:
* Vou lhe ensinar a mágica que vai ajudá-lo a alavancar as suas vendas.

Concentrem seus esforços nos 20% dos produtos do serviços que vendem mais. Neste momento, 20% dos seus vendedores estão fazendo 80% das suas vendas. 20% do seu território estão vendendo 80% dos seus produtos e 20% dos produtos nas suas prateleiras fazem 80% do seu movimento.

VILFREDO PARETO (1848 - 1923)
Economista ítalo-francês: Definiu o Princípio de Pareto ou a lei das proporções inversas. Após estudar a economia italiana, concluiu que 80% da riqueza do país estava nas mãos de 20% da população.

Procure no site www.vendamais.com.br mais informações sobre esse tema: PALAVRAS-CHAVE Produtividade, gestão organização.

Para saber mais: Vendas e Serviços Corpo-a-Corpo, de Robert E. Hall - Editora Campus.

Eloi Zanetti é publicitário, jornalista, assessor e consultor de marketing e comunicação. E-mail: eloizanetti@softone.com.br






Foto do autor

Eloi Zanetti é consultor em marketing, comunicação corporativa e vendas. Realiza palestras e organiza seminários para várias empresas.
E-mail: eloizanetti@terra.com.br

terça-feira, 29 de março de 2011

INTERNET AJUDA ABRIR NEGÓCIOS


Abrir um pequeno negócio pode ser complicado, mas é possível buscar auxílio e informação na internet para aumentar as chances de sucesso do empreendimento. Diversos sites trazem cursos gratuitos e on-line sobre empreendedorismo.

O Sebrae-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo) abriu inscrições para 21 desses cursos. As aulas são para quem quer iniciar um negócio ou melhorar o desempenho da empresa que já tem.

O aluno pode fazer quantos cursos quiser. Cada um deles tem duração de três horas e um prazo de até 15 dias para ser concluído.

O Escol@ Virtual, site da Fundação Bradesco, aplica cursos semipresenciais (em que apenas parte das aulas acontece em uma sala com professor e as demais pela internet). A instituição também oferece alguns cursos rápidos totalmente on-line que podem ajudar nos negócios.

Sites de recolocação profissional costumam oferecer cursos para o aprimoramento profissional, que aumentam as chances de conseguir emprego, mas também podem oferecer cursos que podem ser aproveitados para aprimorar pequenos negócios.

Para quem já está ambientado ao mundo dos negócios, a aposta pode ser feita nos cursos da FGV (Fundação Getúlio Vargas). Confira no quadro ao lado alguns dos cursos oferecidos.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Adote 6 hábitos para evitar problemas no dia a dia


Legenda Para ter sucesso, é preciso ser ousado e prudente ao mesmo tempo.
Para sobreviver no mundo do empreendedorismo é preciso ser, ao mesmo tempo, disciplinado e arrojado. E as duas coisas só vêm com prática e algum planejamento. É aí que certos hábitos podem ajudar.
Mesmo o mais inovador dos empreendedores tem alguns hábitos que o ajudam a avançar sempre. A lista abaixo é de apenas algumas sugestões que podem tornar seu cotidiano menos trabalhoso, mas com o tempo de estrada você mesmo criará suas próprias regras.
Tenha a vida planilhada
A manutenção de planilhas pode dar um tremendo trabalho, mas ela ainda são o melhor jeito e o mais barato de ter controle sobre a quantas anda a empresa. Crie planilhas para o pagamento de fornecedores, de funcionários, de material disponível em seu estoque. Isso ajuda a prever eventuais problemas (como um feriado em que as pessoas comprarão mais carne e cerveja, se você for dono de mercado), e agir preventivamente. O ideal é começar com excel, planilha das mais simples e fáceis de encontrar no mercado, e depois, se for o caso, evoluir para programas específicos.
Controle o fluxo de dinheiro
As boas assessorias contábeis oferecem softwares financeiros para você cuidar do controle pessoalmente, mas, se pilotar o caixa da empresa não for a sua, tenha um contador ou assessoria contábil de confiança. O importante é ter mapeado não apenas quanto dinheiro entra e sai, mas também quando isso acontecerá. Aqui também vale tratar a questão da conta da empresa: para evitar confusão, é melhor que seja apenas uma, e que você tenha controle de saques e depósitos. Crie códigos que você consiga identificar depois, como “saída R$ X para pagamento fornecedor Y, 20/12/10”.
Arrume fornecedores de confiança
Isso quase não precisa ser dito, mas é bom frisar. Em caso de problemas com fornecedores, o cliente não vai entender o seu lado, mas sim, o dele, cliente. Cheque se a empresa de quem você compra tem um histórico de reclamações e se eles dão conta de entregar os produtos no prazo e nas condições prometidas. Do contrário, vá experimentando com outros fornecedores até eventualmente achar um que o agrade.
Contrate quem você possa demitir
Isso vale principalmente se você emprega ou pretende trabalhar com parentes. A primeira coisa a se perguntar, seja parente, ou namorado, ou amigo, é: você considera essa pessoa de fato competente? É o caso de se perguntar se a pessoa com quem você tem alguma relação
a) possui o perfil necessário para o tipo de negócio; e
b) se você pode demiti-la; ou
c) mudá-la de função caso ela não atenda às expectativas.
Se a resposta for não para as três perguntas, converse com quem for preciso para dar um jeito na situação. Tenha em mente que o risco e as dívidas serão suas em caso de fracasso.
Transforme crises em oportunidades
Com o devido cálculo do custo-benefício, uma crise real ou aparente pode se tornar ótima chance de mostrar sua cara e de tornar visível seu negócio. Até porque, como regra, crises não têm data para acabar. Use a situação do câmbio, por exemplo: se o dólar está em baixa, talvez seja a hora de você importar melhor maquinário para seu negócio. Caso a tendência seja de alta, ou você se programa para exportar ou cheque se não há no mercado local produto similar ao que você quer de fora.
Saiba quando e para onde expandir e encolher
Isso se aplica principalmente nestes tempos de crise e pós-crise, em que cada parte do mundo está num estágio. Uma crise é boa hora para pensar em enxugar custos, racionalizando processos, e firmar novas alianças. Sozinho ou com um parceiro, procure identificar quem são os novos investidores, o que eles buscam e de que forma você pode atuar com sua empresa para atender a essa demanda. Para ficar em um exemplo aplicável tanto ao Brasil quanto a outros países, um mercado que tende a crescer é o de produtos sustentáveis. O leque de oportunidades aí é grande, e abrange desde as chamadas energias limpas a ecobags e materiais de construção sustentáveis.
Andrés Bruzzone Comunicação
FONTE: Terra

domingo, 14 de novembro de 2010

ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL



ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL: ACONSELHAMENTO PROFISSIONAL PARA PESSOAS EM FUNÇÕES DE LIDERANÇA E EMPREENDEDORISMO.
CONTATOS: (51) 3632.2650 - (51) 96735762
E-MAIL:  alvsgg@geeral.com.br

quinta-feira, 25 de março de 2010

Consultoria em marketing e vendas acessível e rápida para empresas de pequeno e médio porte.





Você já está cansado(a) de saber que seria importante ter um bom plano de negócios e um planejamento estratégico bem detalhado, não está?

E você pertence ao grupo dos que não conseguem tempo ou dinheiro para investir nestes planejamentos, mesmo porque entende que seu mercado muda tão rapidamente que quando tudo estiver pronto já será hora de começar novamente?

Nós entendemos e respeitamos sua situação e momento, mesmo também pensando que seria muito importante você dedicar tempo e investimento em planejar.

Por entender, porém, que nem sempre é possível ao seu negócio investir nestas ferramentas, nós criamos um serviço mais rápido, que ao invés de analisar amplamente todo o seu negócio e suas necessidades de melhorias, foca nos pontos comumente mais críticos para as empresas: marketing e vendas.

Através de uma rápida auditoria de marketing, nós objetivamos ações que - se bem executadas - gerarão retorno e crescimento, possibilitando acesso a novas receitas que poderão ser utilizadas também em investimentos de planejamento detalhado, ou em qualquer ponto que a empresa entenda necessário e adequado.

Os nossos serviços atendem às necessidades e desejos apresentados de forma explícita ou implícita pelos nossos clientes.

O prazo para a prestação dos serviços pode variar de 1 a 2 meses, dependendo do tipo de negócio, do mercado alvo e da sua localização.

A consultoria é modelado nas fases:

Diagnóstico: Realizamos o levantamento da situação do cliente através de um conjunto de questões relacionadas à empresa, mercado e negócios que deverão ser respondidas por seu(s) principal(is) executivo(s);

Análise: A análise compreende a avaliação não apenas das respostas recebidas, mas também o levantamento de possibilidades ainda não previstas pelos executivos da empresa e eventual detecção de novas necessidades ainda não apontadas. Nesta fase nós iniciamos também a apresentação de sua própria visão consultiva;

Recomendações: Esta fase caracteriza a própria consultoria em estratégia de marketing. É na fase de recomendações que são entregues e explicadas ao cliente todas as informações e estratégias sugeridas para o posicionamento da empresa perante o mercado e as ações de marketing e vendas mais adequadas, visando sempre encontrar a melhor relação custo/benefício. Isto significa que a Geeral indica ao cliente as ações de marketing com o potencial de levar ao menor investimento possível e que poderão trazer o melhor e mais rápido retorno proporcional.

O cliente pode assim, ter a tranqüilidade de tomar os resultados das primeiras ações como base de avaliação de retorno e utilizar esses resultados como alavanca para a execução de novas e diferentes ações de marketing e vendas.

A fase de execução, que vem em seqüência à fase de recomendações e que representa colocar as estratégias apresentadas e aceitas em prática, não faz parte do escopo dos serviços.

A Geeral sugere que a empresa cliente deve estar apta a executar por si própria.

Porém, oferecemos também serviços complementares de execução ou apoio durante toda esta fase, de forma a orientar continuamente os clientes em caso de necessidade.


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informativogeral.com.br
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domingo, 7 de fevereiro de 2010

ATUAIS DEMANDAS DAS NOSSAS EMPRESAS


1) Que tipo de líder você considera o mais adequado para atender as atuais demandas das nossas empresas?

As empresas tem demandas diferentes.

Algumas se encolheram para enfrentar a crise. Olhando o quadro geral, sempre há alguma, não é verdade? E, no momento tem como objetivo principal apenas sobreviver. Outras, já estão na fase de recuperar o terreno perdido, e, há aquelas que trabalham para ampliar e consolidar o crescimento que obtiveram, devido a própria competência em lidar com a situação.

O ponto em comum entre empresas com demandas tão diferentes, é que todas precisam conquistar resultados positivos, suficientes. E isso é trabalho duro para todos os colaboradores, que será facilitado ou dificultado conforme os líderes que tem.

Podemos traçar o perfil do líder ideal levando em conta a situação presente da empresa. Vou empregar uma metáfora para facilitar os exemplos.

Quando o navio corre o risco de ir a pique, o comandante precisa decidir o que fazer, ser objetivo e certeiro nas ordens e contar com a competência da equipe. Não há tempo para análises detalhadas e consensos, é necessário que cada um faça a sua parte com precisão e agilidade, regidos pela liderança.

Há quem afirme que atitudes mais sensíveis como dar parabéns e agradecer, são sutilezas desnecessárias, se não, indesejáveis nesta hora.
Entretanto, com a emergência superada, o foco das ações passa para a restauração do que foi danificado, portanto, a maneira de comandar muda e o líder tem que se adaptar. E quando o mar está tranqüilo, mesmo que haja adversidades, se o navio tem capacidade para atender outras demandas é bem-vindo um comandante mais dinâmico, com idéias inovadoras e até arrojadas, sem perder de vista a segurança.

Definir o perfil do líder mais adequado é ao mesmo tempo simples e complexo, na medida em que também envolve a cultura e os objetivos de curto, médio e longo prazo da empresa. E, seja qual for o critério utilizado, o que realmente demonstrará se a escolha foi acertada serão os resultados. Ou seja, podemos teorizar a respeito do perfil ideal do líder, mas serão os números decorrentes do seu trabalho que comprovarão o acerto ou erro da contratação.





2) Até que ponto as empresas idealizam um “perfil utópico” para os líderes que desejam contratar? Por que existe essa idealização?



Creio que a idealização não se restringe a contratação dos líderes, mas aos cargos em geral. Ou seja, é costume fazer uma série de exigências que não são essenciais as funções para as quais a pessoa é contratada.

Penso que entre as razões para isso está o fato das empresas quererem demonstrar que seus colaboradores são tão ou mais qualificados que os da concorrência,. Há também a justificativa de que o motivo está relacionado com a previsão de necessidades futuras, na medida em que o colaborador seja promovido na empresa.

Particularmente, eu penso que o exagero nas exigências é um equívoco, porque excelentes líderes podem deixar de ingressar na empresa porque não possuem no presente alguma habilidade, diploma ou competência que, eventualmente, será útil no futuro.

Em minha opinião, se o colaborador demonstrar potencial de liderança, por exemplo, a empresa deve fornecer o suporte e orientação para a sua qualificação no que estiver faltando, enquanto desenvolve a sua carreira.



3) Recentemente, um estudo divulgado nos Estados Unidos mostrou que os CEOs mais bem-sucedidos eram aqueles que tinham mais habilidades relacionados ao desafio de “fazer as coisas acontecer”, e não necessariamente ao de “gerir pessoas” – tais como ser carismático, comunicativo,etc.
Qual a sua opinião sobre isso? É possível ser um bom líder sem ser um “bom ouvinte, bom formador de equipes, um colega entusiasmado ou um comunicador”, como diz o estudo?



Eu penso que o líder, seja ele CEO, diretor, etc, é alguém que faz acontecer os resultados para a sua organização, através das pessoas.

Essa é a essência da liderança.

O fato de alguns líderes ter mais habilidades relacionadas a “fazer as coisas acontecerem”, e não necessariamente ao de “ gerir pessoas”, não altera o fato de que os resultados que eles alcançam para as suas empresas é conquistado através das pessoas que eles lideram.

Ou seja, a sua própria maneira, eles conseguem que os profissionais certos integrem a sua equipe, provavelmente, que preencham as suas lacunas de habilidades e competências, que queiram superar as metas que ele estabeleceu e o façam efetivamente.

Com carisma ou não, isso é liderança da maior qualidade.





4) Quais são as características ou habilidades que você considera mais importantes para que um líder seja bem-sucedido? Por quê?



No capítulo 8 do meu livro Assim é que se Faz, Desenvolvimento Pessoal e Profissional, eu cito o seguinte: “ ...é do interesse pessoal de cada um ser líder de si próprio e aprimorar-se continuamente. Porque autoliderança é o primeiro passo para que alguém possa se tornar um grande líder.”

Ou seja, quem pretende ser um líder bem-sucedido deve ser o melhor modelo possível para seus liderados, auto-liderando-se em questões como o desenvolvimento e aprimoramento das competências consideradas mais importantes nas suas funções presentes e futuras.



5) Ao lançar a teoria da Inteligência Emocional, Daniel Goleman consagrou a ideia de que o líder deve assumir diferentes comportamentos de acordo com a situação que ele enfrenta. Você acha que nossos líderes (no Brasil) estão preparados para ter esse tipo de jogo de cintura comportamental?



Creio que há bastante espaço para nos desenvolvermos neste aspecto. Penso também que boa parte das empresas e seus gestores sabem disso, e reconhecem a necessidade de trabalhar essa questão. Daí porque há tanta demanda e valorização do nosso trabalho de coaching para executivos.

Ainda mais que há muitas empresas de origem familiar no Brasil. Muitas delas com estrutura profissional exemplar da média gerência para baixo, mas nem sempre o mesmo ocorre no topo. O estilo empregado pelos fundadores funciona bem com eles, provavelmente, devido ao seu estilo empreendedor, carisma e poder, mas, normalmente, é inviável de ser praticado por outras pessoas da organização, inclusive, pelos sucessores.



Concluo reafirmando o que foi dito acima: Sim, o líder deve assumir diferentes comportamentos, conforme a situação que enfrenta.

Entretanto, isso é mais fácil de falar do que fazer! Por isso, a praxe em vários países é contratar um coach para os principais executivos e os mais promissores, também.

Coaching é um processo estruturado e focado em ações para apoiar o executivo na conquista das metas mais importantes. Por exemplo, aumentar as vendas ou melhorar o desempenho das equipes. Para tanto, será determinado o foco da meta a ser conquistada, avaliada a situação atual, consideradas as alternativas e selecionado o melhor caminho a ser trilhado, serão levados em conta os prováveis obstáculos e elaborado o plano de ação, incluindo o desenvolvimento das competências que precisarem ser aprimoradas pelo cliente.

O profissional que conduz este trabalho é o coach.

No Brasil esta prática está se alastrando. Mas nem todos os executivos esperam para ser contemplados. Há aqueles mais proativos que assumem o investimento em programas de coaching para aprimorar determinadas competências, que se constituirão em seus diferenciais competitivos.

Seja de quem for a iniciativa, das empresas ou dos profissionais, uma coisa é certa, tais práticas indicam que, provavelmente, contaremos cada vez mais com melhores líderes para as nossas empresas.

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Roberto Vieira Ribeiro é Coach, Consultor e Palestrante, Administrador de Empresas e pós-graduado em Marketing, tem dupla formação e certificação internacional em Coaching e PNL – Programação Neurolinguística.

É autor do livro Assim é que se faz, Desenvolvimento Pessoal e Profissional, e DVDs de apoio ao treinamento.

FONTE:

http://www.motivacaoeresultados.com.br/

www.blog.motivacaoeresultados.com.br

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A CURA PELA ÁGUA


Há milhares de anos os mestres cabalistas vêm ensinando que os maiores segredos da cura e longevidade para a espécie humana se encontram na água. Não por acaso, logo no início da bíblia temos o texto em código que aponta para a divisão “entre águas de cima e águas de baixo”.

No entanto, o que era um conhecimento aparentemente místico se tornou científico quando o Dr. Masaru Emoto, um cientista japonês, apresentou os resultados da experiência que fez fotografando moléculas cristalizadas de água. A pesquisa demonstrou como o efeito de sons, pensamentos e sentimentos alteram a estrutura molecular da água. A técnica de sua pesquisa consistiu em expor a água a diversas situações, congelá-la e depois fotografar os cristais formados pelas suas moléculas. O Dr. Emoto tirou fotos de moléculas de água submetidas a diferentes qualidades de energia, como por exemplo: à alguns minutos de música clássica, à uma corrente de oração, à voz de Adolph Hitler, extraídas de um rio poluído, extraídas de uma nascente .

O trabalho, concluído em 1999, provou através de fotos microscópicas que a água apresenta uma mensagem essencial para o ser humano. As fotos das moléculas da água submetida à música suave ou às correntes de orações eram lindas e harmônicas, enquanto as fotos da água submetida à péssimas qualidades de energia, como por exemplo, a voz de Adolf Hitler, mostraram-se assustadoras. Já um simples “muito obrigado” mudou por completo a aparência do cristal de água.

Como setenta por cento de nosso corpo é composto de água, o resultado final do trabalho leva a conclusão de que palavras e pensamentos ruins farão tão mal para nossa saúde quanto água poluída, assim como as palavras e pensamentos positivos serão para nosso corpo como a mais pura água da nascente. O resultado comprovou o que os antigos mestres cabalistas já afirmavam há milênios: que uma simples mudança na relação com a água pode trazer enorme vitalidade para nossas vidas.

Você também pode se beneficiar da cura pela água. Para tal, procure diariamente, de preferência em jejum, encher um copo com água e começar a projetar pensamentos e emoções muito construtivas para o recipiente. O copo deve ser de água mineral e precisa ser segurado com a mão direita. Depois deve ser bebido de uma só vez. Você também pode dar essa água a alguma pessoa próxima que estiver com problemas de saúde, Temos registrados depoimentos de centenas de pessoas que tiveram grande benefício dessa prática. Com animais domésticos o resultado é ainda mais surpreendente.

Assim, diante de um mundo dominado pela alta tecnologia, onde o acesso à saúde se tornou um símbolo do poder do capital, começamos a descobrir a eficácia das ferramentas mais simples, e que como todas as coisas realmente importantes da vida, são obtidas não pela via material mas através do coração tomado por bons sentimentos. Eis um grande segredo para a cura.
Lehaim!
Ian Mecler é coordenador do portaldacabala (www.portaldacabala.com.br) e autor do livro “A FORÇA – o poder dos anjos da Cabala”.

sábado, 21 de novembro de 2009

Estudantes tiram foto do espaço com dirigível de US$150



Estudantes do MIT tiram foto do espaço com dirigível de US$150



Fotos do espaço requerem equipamentos de última geração que custam milhões de dólares, certo? Não é bem assim, como provaram dois estudantes do Massachusetts Institute of Technology (MIT), um dos centros de ensino de tecnologia mais prestigiados do mundo.

Justin Lee e Olivery Yeh lançaram um dirígivel rumo ao espaço no dia 2 de setembro. O veículo foi feito com um balão metereológico de US$ 20 inflado com gás hélio. Estava equipado com uma máquina fotográfica de segunda mão Canon A470 de US$ 40, um programa gratuito e de código livre que ordenava que fotos fossem tiradas a cada cinco segundos, um celular rastreável por GPS - que foi o item mais caro: custou US$ 50 - e uma proteção feita com o revestimento usado em um cooler de cerveja e o tecido empregado nos bolsos de casacos para esquentar as mãos.

No total, eles gastaram US$ 148. Antes de atingir 30 mil metros de altura e estourar, o dirigível foi capaz de registrar as imagens que ilustram este post. Outras mais e a lista dos materiais usados na empreitada podem ser encontradas no site criado pela dupla.

Como bem ressaltam os dois alunos do MIT, lançar balões ao espaço é notícia velha. O que eles fizeram de impressionante foi fazer isso com um orçamento tão apertado. Para comparar, eles citam um grupo de estudantes espanhõis que gastaram US$ 1.357 em um projeto semelhante. Em breve, a dupla pretende colocar um vídeo no YouTube dando o passo-a-passo do projeto.
FONTE : globo.com

Dez passos para montar seu próprio negócio

Uma boa ideia pode ser o ponto de partida para a criação de um negócio. Mas é preciso muito mais do
que um lampejo para fazê-lo prosperar. Conforme Neiva Schefer, diretora de eventos científicos da Associação Brasileira de Recursos Humanos no Estado (ABRH/RS), para fazer uma empresa progredir, o empreendedor deverá conhecer a fundo o seu produto e acreditar nele.
Até este domingo, interessados em ter seu próprio negócio podem buscar informações na Semana Global de
Empreendedorismo. Coordenada pelo Instituto Endeavor e promovida pela Rede Globo, oferece palestras, cursos e feiras em diferentes cidades. A seguir, confira dicas de especialistas para os primeiros passos no mundo dos
negócios.
Perfil para empreender
Um dos principais segredos dos empresários bem-sucedidos é a vontade legítima de ser dono do próprio negócio. Não é indicado abrir um por necessidade, maspor oportunidade. Entre as características comuns nos empreendedores estão a coragem de encarar o desconhecido, a busca por melhorar o que faz, a capacidade de correr riscos e a persistência. Se você não soma tudo isso, não se preocupe. A maioria dessas qualidades pode ser desenvolvida ou complementada.
Faça conforme suas aptidões
Identifique conhecimentos, habilidades e atitudes e reflita sobre as motivações que o levam a abrir o negócio. Juliano Seabra, diretor de educação do Instituto Empreender Endeavor Brasil, lembra da importância de o empreendedor verificar devidamente se a sua ideia tem potencial. No site do Sebrae é possível encontrar uma ferramenta chamada Mapa de Competências, que identifica 22 habilidades consideradas importantes para o sucesso de qualquer negócio.

Determine o tipo de negócio
Há várias maneiras de empreender. Você pode optar por abrir um negócio sozinho, com a vantagem da autonomia e a desvantagem de não ter com quem dividir as decisões – levando-o a também errar mais fácil ou tomar decisões por impulso. Também é possível abrir uma empresa familiar, tendo cuidado para ter uma visão profissional sobre o negócio. Outras opções são as sociedades – que demandam uma escolha bem feita e que não misture amizade com sociedade.

Delimite a atuação
Estabeleça a relação entre o produto e o mercado traçando um plano de marketing que defina objetivos, metas e estratégias envolvendo produto. Tome como ponto de partida a coleta de informações: conheça o cliente para o qual quer vender e informe-se sobre os concorrentes, descubra como se comporta o mercado de fornecedores e veja como funcionam as práticas comerciais do setor. Não se baseie em suposições. É preciso ir a campo, perguntar, testar e fazer pesquisas.

Escolha o ponto
Uma vez definido o tipo de negócio – franquia, empresa familiar, cooperativa, por exemplo – o ponto será a próxima decisão. Faça um levantamento de várias alternativas para poder comparar e definir o melhor lugar. Observe o movimento dos locais escolhidos durante vários dias e em horas alternadas. Leve em conta fatores como perfil do consumidor, produto a ser oferecido, condições de pagamento e prazo do aluguel. Verifique também a proximidade de concorrentes e similares.

Projete as vendas
Dimensione a quantidade de produtos, serviços ou vendas que deverá movimentar. Vá com cautela, experimente aos poucos o produto no mercado. Leve em consideração tipos de mercadorias ou serviços, necessidade e procura do consumidor ao longo do ano e a disponibilidade de recursos financeiros e de matéria-prima. Considere também se os produtos ou serviços estão sujeitos a oscilações do tipo sazonal ou às limitações dos fornecedores (safra dos produtos agrícolas, por exemplo).
De olho no financiamento
O ideal é ter o capital de um negócio para não precisar recorrer a empréstimo. Mas como nem sempre é possível, faça um plano de negócios consistente antes de ir em busca de crédito. Lembre-se de que é importante ser cuidadoso na forma de apresentar o seu negócio. Faça uma boa pesquisa para saber quais as fontes potenciais para o seu empreendimento, verifique se existem taxas melhores, avalie qual é a melhor opção de financiamento e tenha a exata noção do quanto necessita para iniciar. Tendo o valor do empréstimo, do prazo de pagamento e da taxa de juros cobrada pelo banco credor, é possível fazer uma simulação do valor das parcelas mensais.

Coordene a produção
Descubra quem são e onde se localizam os fornecedores. A partir desses dados pode-se estabelecer quais são os mais adequados para o negócio que está sendo planejado. Cadastre-se com mais de um fornecedor por produto para evitar a dependência de uma única empresa e o risco de desabastecimento. A parceria deve pressupor um alinhamento de objetivos e confiança e ser baseada em princípios de qualidade, excelência e responsabilidade, que devem ser negociados no estabelecimento da parceria. Ainda sobre o fornecedor, analise a distância, referências, custo de frete, qualidade, capacidade de fornecimento, preço, prazo e forma de pagamento e de entrega.

Vença a burocracia
Um bom empreendedor precisa ter um bom contador. Antes de aventurar-se no mundo burocrático de um negócio, busque os serviços de um profissional para assessorá-lo. Entretanto, é importante que o dono do negócio tenha uma visão geral dos processos, buscando informações em órgãos como o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), associações comerciais, prefeituras e sindicatos. Procure entender os processos. Para uma micro ou uma pequena empresa exercer suas atividades no Brasil é preciso, entre outras providências, ter registro na prefeitura, no Estado, na Receita Federal e na Previdência Social, entre outros.

Administre o negócio
Organize os registros e confira se todos os documentos estão sendo devidamente controlados. Acompanhe de perto as contas a pagar e a receber, montando um fluxo de pagamentos e recebimentos. Controle o movimento de caixa e os extratos bancários. Classifique custos e despesas em fixos e variáveis. Faça previsão de vendas e de fluxo de caixa, definindo a retirada dos sócios. Não esqueça de acompanhar a evolução do patrimônio da empresa, conhecer a lucratividade e a rentabilidade do empreendimento. Controle as contas a receber relativas às vendas a prazo e contas a pagar relativas às compras a prazo, impostos e despesas operacionais.
FONTE: rbs.com.br